JUVENTUDE: CUIDADO E AFETO

Quando se pensa em missão com a juventude, se cogita todo tipo de discussão que possibilite ao jovem uma visão crítica sobre diversos problemas de cunho social, tais como: aborto, eutanásia, violência, migração, AIDS, gênero, meio ambiente, etc…                                                                    No entanto, na história de cada jovem, nunca é possível começar pelo social sem levar em conta sua individualidade, seus desejos, suas paixões, os caminhos já percorridos. Lembro-me de um guri de 16 anos que me procurou para uma conversa, e de modo surpreendente, disse: “Vim aqui porque ninguém cuida de mim.”                                                                                                                                                                                                                                                Portanto, existem modalidades com acentos diferentes de ser e fazer missão com a juventude: uma que leva o jovem a situar-se sobre a realidade sem levar em consideração os afetos e sentimentos; outra, porém, que focaliza a missão por meio do cuidado e afeto. Estes não se opõem a abordagem de problemas sociais. Pelo contrário! Permite uma matiz diferente. Por meio do afeto o jovem coexiste com todos os outros.  Quando o jovem se reconhece como ser-no-mundo, na forma de cuidado e afeto, então vive a experiência fundamental da existência, daquilo que realmente importa na vida.

No trabalho pastoral, corre-se o perigo de dar supremacia aos resultados minimizando as condições emocionais e afetivas de cada jovem. O equilíbrio emocional da juventude não recebe a atenção devida da Igreja. Além dos problemas afetivos, há quatro grupos diferentes de dificuldades: sexuais, de concentração, comportamentais e de escolha profissional.  Tudo isso permeado pela grande indagação: “Qual é o Sentido da Vida?”.

Nos nossos grupos se apresentam, também, jovens com feridas emocionais profundas, não conseguindo caminhar em grupo. Por isso, o atendimento terapêutico é o grande aliado da pastoral, oferecendo a possibilidade de reconstrução dos afetos. A felicidade não é resultado de uma escolha profissional bem sucedida. É consequência de uma soma de fatores bem cuidados e preservados.                                                                                                 Na atividade pastoral, o cuidado precisa estar sempre presente e apresentar-se como alternativa válida diante dos conflitos. Crises e problemas quando permeados em afeto criam condições mais saudáveis.                                             Que nunca falte ternura em nossos grupos de jovens!

 

                                                                                            Walter Frederico Garcez                                                                                            Fraternidade Franciscana Três Companheiros

 

 

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O SONHO DE FRANCISCO E O SONHO DA JUVENTUDE.


Francisco de Assis é um dos santos mais queridos e populares do Brasil. Presente na devoção popular e que transcende tantos credos e confissões. Dele temos ideias um tanto romantizadas: amigo dos animais, protetor da natureza etc.  Mas existem tantos outros aspectos pouco são lembrados.

Podemos pensar na juventude do Santo, quando tudo começou. O jovem Francisco se parece em muito com os jovens do nosso tempo, gostava de festas e músicas. Entre os amigos, era visto como o rei da juventude por saber aproveitar as noitadas em baladas. Rico, filho de comerciantes, era pródigo em esbanjar a fortuna do pai com os amigos. A sua marca registrada era a alegria contagiante, que atingia a todos. Impulsivo, sonhador e temerário, este era o Francisco jovem.       Sua juventude é marcada por tantas vicissitudes, que fica difícil escolher a mais significativa, mas há um movimento, dentro de sua alma, que merece maior atenção.

No caminho de Espoleto, armado como cavaleiro, cheio de projetos, desejos e com muito do seu ego inflado, é surpreendido por uma estranha voz. Estabelece-se um diálogo provocador e desconfortável. Entre dormindo e acordado Francisco pergunta: “Que queres que eu Faça?”. A resposta curta é decisiva na vida do jovem de Assis: “Volta à tua terra…”.

Assim também acontece com os nossos jovens. Têm sonhos, objetivos, tantas vontades e, em um dado momento, circunstâncias e pessoas mostram que é necessário refazer a rota, fazer outro caminho.

Voltar não é fácil.  Ressignificar  a vida é um grande desafio. É necessário um exercício de humildade. Saber dar novos significados a perdas e a experiências dolorosas é fundamental para quem deseja ter uma vida mais feliz.        Voltar pede um movimento da alma, não é só questão de fazer escolhas. É fazer o caminho de Francisco, pensar, refletir e finalmente decidir.

Ressignificar a vida é preciso, pois, mais importante do que possuir e fazer, é como nós enxergamos a nós mesmos. Quem nunca se reinventa, provavelmente, morrerá afogado por uma onda de mesmice, passará pela vida em estado de frustração.

Para experimentar a vida com significado e coragem é preciso fazer como Francisco: se arriscar no terreno das incertezas e da luta.          O grande legado que Francisco deixa à juventude é a capacidade de sonhar com dias melhores e que outro mundo é possível, baseada unicamente na prática do amor. Este jeito de ser e viver oferece uma alternativa de vida à cultura de morte, que permeia nossas realidades.

Walter Frederico Garcez

Fraternidade Três Companheiros.

Gravataí – RS

 

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“É PRECISO VOLTAR A ASSIS”

No dia 04 de outubro celebramos a Festa do Pai Seráfico São Francisco. Dia em que nossa mente e nosso coração se voltam mais intensamente para Assis.

Voltar a Assis, não significa simplesmente voltar a um espaço geográfico que guarda a memória das marcas deixadas por Francisco no seu tempo. Mas, representa antes, um espaço simbólico que possibilita reviver a originalidade deste cultivo franciscano de misericórdia. É um movimento de volta ao Evangelho.

Este movimento de retorno ao Evangelho ficou profundamente marcado em todo o itinerário de conversão percorrido por Francisco. Por isso, as marcas que Francisco deixou, no período medieval, não ficam envelhecidas, caducas, carcomidas pelo tempo. Por quê? Porque são marcas de Encontro com o Cristo Vivo, Pobre, Humilde e Crucificado. Estas, portanto, permanecem sempre vivas, marcando e inspirando o coração de muitas pessoas em diferentes épocas da história.

Por esta razão, o convite interpelativo: “É preciso voltar a Assis”, carrega um significado muito profundo para os tempos atuais. Retornar e permanecer demoradamente em “Assis”. Este movimento abre possibilidades para que cada um de nós possa voltar-se a sua própria essência. Permite descobrir, através das marcas de Francisco, o que realmente dá sentido à vida no tempo presente, sonhando com um futuro de esperança.

Frei Blásio Kummer                                                          Centro Vocacional Irmão Sol                                            Estrela RS

 

 

 

 

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RECONSTRUIR A PÁTRIA A PARTIR DA JUVENTUDE

Vivemos um momento de tensão onde a atual decadência das instituições brasileiras são manchetes diárias de jornais. Frequentemente são reveladas novas formas de denúncias, crimes e toda sorte de absurdos que minaram a confiança do povo nos poderes constituídos.             O Brasil hoje precisa de um renascimento.  Chegamos a um ponto da história gravíssimo e delicado.

A banalização da política invadiu as instituições que deveriam ser o sustentáculo de ética. Falharam as pessoas até então preparadas para o exercício da defesa dos interesses do país e dos cidadãos.

Acredito que uma nação jovem como o Brasil , precisa de uma mobilização da juventude. Temos a tendência de dizer que os jovens não gostam de política. Não é bem assim.  Os jovens sempre foram protagonistas dos principais momentos da história. Há sim agora uma tentativa de desconstruir a participação da juventude na politica e na sociedade com a reforma do ensino: menos filosofia, menos sociologia, mais técnica; resultando em uma juventude que não pensa e não decide. Jovens alienados e tecnicistas.

O jovem é por excelência um revolucionário. É dele que surge o grito que ecoa para a construção do futuro. Esta voz não pode ser abafada, mesmo que, por vezes, imaginemos – em nosso receio do novo – que ela se alastrará fora do nosso controle. É preciso dar crédito ao poder afirmativo de nossa juventude.

Quero pensar naquele jovem Francisco de Assis que na Idade Média ousou desafiar o status quo de seu tempo. A história mostra que ele foi um revolucionário em seu tempo, na medida em que experimentou o descontentamento dos familiares e, no âmbito público, os constantes confrontos e negociações com a Igreja medieval.

Portanto, em um momento em que precisamos tanto de união e de entendimento, envolver a juventude é crucial. Por isso, a importância de incentivar o debate de ideias, a livre manifestação de pontos de vista. Somente assim poderemos fazer despertar nos jovens a certeza de que os temas públicos dizem respeito à sua vida. É necessário fomentar no jovem o gosto pela reconstrução da pátria.

 

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SANTA CLARA, CLAREOU

A Música de Jorge Ben Jor, tão simples em sua letra e melodia, traduz bem a imagem daquela que foi chamada plantinha de Francisco de Assis. De fato, Clara iluminou os caminhos ásperos e difíceis de Francisco.

 

Porém, seria muito ingênuo ver em Clara somente a imagem duma mulher doce e frágil. Faz-se necessário recuperar em sua totalidade quem foi esta pobre dama.

 

Voltando ao passado, encontramos uma mulher forte e corajosa que soube ultrapassar a mentalidade de sua época. Respondeu ao chamado de Deus para seguir o seu Filho de maneira simples e pobre como estavam fazendo Francisco de Assis e seus companheiros.

 

Clara tinha uma forte convicção de que era uma escolhida de Deus para ajudar Francisco nesse novo jeito de seguir Jesus. Chegando ao grupo dos jovens de Assis, começa a trabalhar e mostrar que veio acrescentar um novo sentido ao movimento dos irmãos menores. Desse modo, Clara começa a dar um traço feminino à Forma de Vida que Francisco iniciou. E esse novo sentido começa a ganhar força com as primeiras companheiras de Clara, num grupo que aumentava cada vez mais.

Clara e Francisco caminhavam na mesma direção. De modos diferentes contemplavam o mesmo Deus, o mesmo Senhor Jesus, o mesmo Crucificado, a mesma Eucaristia, com dons e sensibilidade próprios.

 

Clara clareou, junto com Francisco, a relação integradora do masculino e feminino no movimento francisclariano. Que ela continue a clarear cada um de nós no cultivo duma relação integradora como seres humanos: masculinos e femininos.

 

Salve Santa Clara!

 

 

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O SUPERPODER DE FRANCISCO DE ASSIS

 

 

No último sábado dia 29 de julho, os jovens crismandos da Rede de Comunidades São José em Gravataí RS, participaram de um encontro com o objetivo de conhecer um pouco mais sobre Francisco de Assis. Todas as atividades foram focadas desde a ideia de Superpoder.  Cada adolescente foi desafiado a descobrir qual seria o seu.

 

Segundo a Wikipédia o “Superpoder é um termo para indicar habilidade sobre-humana, isto é, uma habilidade que um humano não pode ter”. Mas, do ponto de vista psicológico e pedagógico, o termo indica aquela qualidade que temos que nos destaca. Aquilo que fazemos de melhor e que se sobressai em nossa existência.

 

Nossas qualidades somente serão superpoderes quando descobrimos aquilo que temos de melhor e colocamos a serviço da comunidade, ajudando a construir a Civilização do amor.

 

A vida de Francisco de Assis foi marcada por várias singularidades. Escolher um superpoder foi bem difícil. O grupo de Adolescentes, após um dia de reflexão, encontrou um elemento que define bem a melhor habilidade do homem que se tornou santo.

 

“Ser irmão de todo homem, de toda criatura” é o grande Superpoder de São Francisco. O seu desejo de fraternidade, o torna diferente. Muitas passagens de sua vida confirmam isto: O beijo no Leproso, o Encontro com o Sultão, o perdão aos ladrões que lhe feriram, etc…

Todo super-herói tem um segredo que alimenta sua força e seus poderes. Com Francisco não foi diferente. É no Evangelho que ele encontra as forças necessárias para viver desse jeito único.  Fica para nós também o desafio de pautar a nossa vida neste caminho.

 

Em mundo que clama por super-heróis, levemos junto com os jovens a Força do Evangelho.

 

 

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PAZ E BEM

Paz e Bem! É a saudação franciscana conhecida e utilizada como lema de vida por tantos jovens e adultos. Ela é atribuída a Francisco de Assis porque expressa o modus vivendi deste grande santo. A importância, nesta reflexão, não se concentra tanto na saudação como tal, mas no Vivera Paz e o Bem.

Viver a Paz e o Bem significa ser pacífico e bondoso. Ser reflexo do amor de Deus num mundo caótico.  A Paz e o Bem são a base da Civilização do Amor.

No entanto, viver a Paz e o Bem é um constate aprendizado. É um estilo de vida em permanente construção. Como podemos aprender desde a Paz e o Bem vivido por Francisco de Assis? A escola onde Francisco se tornou um permanente aprendiz foi o Evangelho. Ele aprendeu que, para viver a Paz e o Bem, era necessário abandonar o mundo intimista, da competição, da fama, do poder e abrir-se para um novo dinamismo: cultivar relações fraternas na prática da solidariedade.Por isso, viver a Paz e o Bem exige muita disposição interior construída na paciência. É dispor-se a desconstruir muros e reconstruir pontes através do diálogo, da colaboração, da caridade.

Que a exemplo de Francisco de Assis, expressemos a saudação Paz e Bem, não de maneira superficial, mas, na profundidade do nosso coração. No desejo sincero de sermos sempre mais portadores da Paz e do Bem.

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UM OLHAR CONTEMPLATIVO

UM OLHAR CONTEMPLATIVO…

 

Olhando para a realidade atual, constatamos que as marcas na área política, econômica e socioambiental são de muita destruição. A sensação é que estamos caminhando para o caos. Diante desse quadro, vem a indagação: como reagir, para não afundar  no vale da desolação?

 

Buscando inspiração em Francisco de Assis

Notamos que a realidade vivida por Francisco, no seu tempo, também era carregada de contradições. Mesmo assim, Francisco olhava de maneira positiva sobre a mesma; não se deixava levar pelo pessimismo e desesperança. De que forma chega a este novo olhar?

 

Na sua fase juvenil, Francisco encarava a realidade e sonhava transformá-la, seguindo o caminho da guerra. Mas, ao sentir-se tocado por Deus, ocorre uma mudança de olhar. Começa a contemplar a realidade com os olhos de Deus. Percebe-O encarnado nela. Identifica-O, sobretudo, no corpo do pobre sofredor. Assim, passa a olhar a realidade como espaço de oportunidade para fazer experiência profunda de Deus. Esta realidade, que mesmo com todas as suas contradições, apresenta possibilidade real de abraçar o Deus encarnado, pobre, humilde e crucificado. O cultivo desta dimensão profética fez com que Francisco acolhesse e contemplasse a realidade com muita poesia.

 

Nesta perspectiva, também nós somos provocados a uma mudança de olhar sobre a realidade do nosso tempo. Através do olhar contemplativo, somos interpelados a ver a realidade como oportunidade para aprofundar a nossa experiência de fé no Deus encarnado. Oxalá, possamos assim, neste dinamismo, fortalecer nossa resistência às ondas contrárias. Enfrentar as adversidades com muita ternura e vigor. Por fim, reavivar nossa esperança na salvação do mundo e ‘cantar a Beleza da Vida’.

Frei Blasio Kummer

 

 

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“EU VIM PARA SERVIR”

Celebramos no dia último dia 11 de junho a ordenação diaconal de Frei Tiago Frey. Foi um momento de muita integração e participação de toda Rede de Comunidades São José de Gravataí na preparação do evento.  A Missa foi presidida por nosso Arcebispo Metropolitano Dom Jaime Spengler. Tudo foi muito simples como é próprio da Vida Franciscana. A homilia foi muito significativa, sendo um diálogo entre irmãos.

A celebração e posterior confraternização foram marcadas com intensa participação de familiares, amigos, religiosos, religiosas, caravanas de outras cidades, inclusive de Três Passos, onde Frei Tiago iniciou sua caminhada vocacional.

Mas, o que significa ser Diácono? 

A identidade e o papel do diácono na Igreja é ser sinal de Cristo, e animador da “diaconia” da Igreja, da vocação ao serviço de cada comunidade eclesial e de cada cristão. O diácono tem a graça particular de perceber os necessitados e fazer surgir os diferentes serviços seja dentro da comunidade, como da comunidade para o mundo. Mediante o serviço da Palavra, da liturgia e da Caridade, o diácono vai levando a todos os membros da Igreja a viver em plenitude o serviço, tornando a Igreja um sinal autêntico de Cristo que continua a realizar sua obra de salvação nos dias de hoje.

 

Alguns frades se sentem chamados à vida presbiteral, assim que o diaconato é um período transitório até o sacerdócio.  O diácono transitório é aquele que recebe o Sacramento da Ordem no grau do diaconato para depois receber o segundo grau e tornar-se presbítero (padre), conforme costumamos dizer.

 

Alegramo-nos com a fidelidade e testemunho de Frei Tiago e pedimos que o Senhor cumule de bênçãos seu ministério.

 

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QUEM NÃO SABE AMAR, AGRIDE

 

O papa Francisco tem insistido na promoção da paz. Notório foi o seu apelo do “minuto de oração pela paz” *.  O Planeta vive em tal estado de tensão que exige uma reflexão. Qual caminho tomar?  Como num mundo com tantos conflitos pode-se encontrar a paz?

Existe a paz enquanto acordos entre nações, governos e instituições, onde grande maioria está excluída do poder direto de participação. Mas, há a ”Paz do Cotidiano”, aquela das relações e convívio. Independente da posição ou status social é possível trabalhar pela construção de um mundo melhor, mais solidário e fraterno.

Tantos jovens são atingidos pela cultura de violência e agressividade.  O coração e a alma estão sempre armados para o ataque. Minou-se o espírito fraterno. Ninguém nasce violento. A violência é agregada ao longo da vida. Tantos são os fatores responsáveis. Destacam-se a falta de amor e abandono afetivo como geradores direto deste movimento.  “Quem não sabe amar, agride”.

Há que superar o movimento da violência pelo do amor. Francisco, o jovem de Assis, viveu em um ambiente dominado por guerras. Mas, ao ser tocado pelo Amor de Deus, ele o acolheu e deixou-se transformar profundamente. Mudou de caminho: da guerra para a fraternidade. Rejeitou tudo que podia colocá-lo acima das outras pessoas. Tornou-se irmão e amigo de todos, particularmente dos mais humildes. Inaugurou assim um novo jeito de ser no mundo.

 

Quem se deixa conquistar por este Amor tem a sua vida totalmente transformada. Processo que implica em sair de si, ir ao encontro do outro, ensinar a aqueles que não amam que vale a pena amar.  Isso não se faz com palavras bonitas, com superficialidade, mas com acolhimento, com coração e atitudes significativas.

*O papa Francisco lançou um apelo a todas as pessoas do mundo, que a partir de sua crença religiosa, realizassem no dia 08 de junho às 13:00 h, um minuto de oração pela paz.

 

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